Wednesday, February 14, 2007
Bom... Afinal o mais difícil não é começar, é manter...
Por aqui se vê que a persistência e a diligência não são o meu forte... E sempre fui uma pessoa mais curiosa (para ver o que os outros fazem por aí) do que insistente. O meu interesse é coisa difícil de manter. Sou uma criatura cheia de defeitos, que mais posso dizer... Depois, este último mês foi muito animado: tivemos o aniversário do pitoninho (aniversário, sim.. de um ano), e estivemos todos doentes... Entre mamadas e roupas vomitadas e sujas de outras substâncias bastante pouco recomendáveis, o tempo que me sobrou gastei-o a babar em frente aos lindos blogs de quem já é profissional na matéria. E, agora, lá vou eu, que este está com tanta pressa de mamar, que até me arranca a camisola, parece o puto do Family Guy...
Thursday, January 4, 2007
O mais difícil é começar... espero eu.
Este ano, como resolução de ano novo, impus-me diminuir o número de horas passadas em frente à televisão e começar a escrever. Escrever é daquelas coisas que sempre quis fazer mas que nunca fiz, em parte, penso que porque sempre que penso nisso mais a sério acabo por achar que não tenho nada sobre o que escrever, que me falta experiência de vida e que, se tentasse escrever ficção, seria muito... enfim, de muito má qualidade. Acho que gostaria muito de escrever, pura e simplesmente, porque gosto muito de ler e, consequentemente, admiro essa habilidade. Por outro lado, admito que sou uma pessoa em quem a diligência não é a maior virtude e escrever, mesmo que mal, dá trabalho. Lembrei-me então de criar um blog, escrever pouco de cada vez, assim uma espécie de diário (para esses tinha paciência, quando era mais nova) e a verdade é que penso muito, às vezes penso tanto sobre coisas, montes de coisas, mesmo até coisas sem importância que me custa adormecer. Parece que ao escrever me liberto um bocado dos pensamentos. É como quando temos uma inquietação e precisamos mesmo de desabafar. Depois de desabafar, o problema continua lá, mas sentimos um certo alívio, como se parte do peso tivesse sido dividido com quem nos escuta. Acontece o mesmo com os diários e, ainda quando ninguém lê, por norma ninguém lê os nossos diários, o facto de pôr por escrito e pôr as ideias em ordem dá uma sensação, não sei se de alívio, mas de um certo consolo.
Bom, o projecto está em marcha. Avante!
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